Tubarão chegou a 684 focos de Aedes aegypti em 2026, segundo o levantamento mais recente da Vigilância Epidemiológica. O Centro concentra o maior número, com 74 registros. O município também contabiliza nove casos autóctones de dengue e três suspeitos em investigação.
Os dados sobre dengue foram atualizados nesta quarta-feira (2). A Vigilância reforça que os 684 registros representam focos do mosquito, e não casos da doença.
Entre os bairros informados no levantamento, o Centro aparece com a maior quantidade de focos do Aedes aegypti, com 74.
Na sequência estão Humaitá de Cima, com 65, e Revoredo, com 57. Vila Moema soma 55 focos e Oficinas aparece com 50.
Confira os bairros com maior número de registros:
O Aedes aegypti é transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya. O mosquito deposita seus ovos em recipientes que acumulam água, o que torna os cuidados dentro das residências importantes para eliminar possíveis criadouros.
O boletim de 2026 registra 137 notificações de dengue no município. Desse total, nove casos autóctones foram confirmados, ou seja, contraídos dentro de Tubarão.
Outros 125 casos foram descartados e três permanecem como suspeitos em investigação. Não há casos alóctones registrados, que são aqueles contraídos fora do município.
Duas internações relacionadas à doença foram contabilizadas em 2026.
“As equipes do Núcleo de Combate às Endemias mantêm as inspeções, visitas domiciliares e ações de controle nos locais com maior concentração de focos. A colaboração dos moradores, porém, é indispensável, já que grande parte dos criadouros pode estar dentro dos imóveis”, destaca a secretária de Saúde, Carina Portão.
A orientação é reservar alguns minutos durante a semana para verificar quintais, áreas de serviço, garagens e outros locais que possam acumular água.
Moradores podem denunciar possíveis focos do mosquito à Ouvidoria Municipal de Tubarão.




